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A PRÁTICA DO MERGULHO ENTRE NOSSO ANTEPASSADOS
Categoria: Filatelia Temática - Autor: Luís Paulo Rodrigues Cunha
Publicado em: 11/05/2009
A pratica do mergulho entre nossos antepassados.doc >>
COMEMORATIVOS BRASILEIROS ESBOÇOS, TESTES, ENSAIOS E PROVAS
Categoria: Filatelia Tradicional - Autor: Noely Luiz Orsato
Publicado em: 11/05/2009
Comemorativos Brasileiros esboços e testes ensaios e provas.doc >>
Encontro de Colecionismo
Dia 25 de Março no City Hotel
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ATA N.01 - Sessão de fundação
Aos vinte e um dias do mês de junho de mil e novecentos e trinta e um, um salão do Clube Caixeiral em Porto Alegre, de acordo com a convocação previamente publicada e assinada pelos srs.drs. Benjamin Camazoto, Carlos Guaranha, Drs. Frederico Bordini, Paulo Fayet e Raul Bordini, presentes os Srs. Carlos Guaranha, Dr. Fernando Barboza, Dr. Tercio Perrone, Alfredo Angerman, João Henrique Paust, Hans Joachim Jahns, João Silva, Dr. Frederico Carlos Toledo Bordini, Affonso Vargas, Jose Oliveira Louzada, Dr.Manoel Postiga, Gomercindo Barcellos, Major Augusto Geisel, Julio Goyer, Benno Frederico Mentz, Julio M. Carvalho, Walter Heckmann, Jose Luig Erich Bail, Alcibíades Campos Porcello, Franz Steinherdt, Willy Ichmarndorff, Dr. Paulo Fayett, Eurico Ribeiro, Dr. Ferreira da Silva, Dr. Raul Porto Bordini, Egon Bercht, Paulo M. Beuster,Dr. Benjamin Camozato, Aneron Alves, Francisco Rodrigues Yllana, Adolpho Aeckerle, Theodoro Schapke, Ruben Souza Gomes, Bolívar Fontoura e, representados, Os srs.dr. Walter Castilho, Dr, Evandro Ribeiro, Fernando Brochado de Oliveria, Carlos Reiniger, Carlos Foernges, Anthero Duarte, Arthur C. Ferros, Carlos A. Prato, Oriovaldo Krug, José Adolfo Cracco, João Carlos Dreher, Manoel de Oliveira Bandeira, Albino Muessnich e J.A. Arthur Brockmann, de Estrella, Felisberto Soares Coelho, de Alegrete, João Agenor de Menezes, de Caxias, Dr. Eurico Laranja, de Rio Grande, Edurado Hempe, de NeuWutemberg, Max Wottrich e Estevão Carraro, de Boa Vista do Erechim, também presentes a Associação Filatélica Pelotense, representada pelos Srs. Jorge Chalitha e Clovis Leite, União Filatélica Porto Alegrense, representada pelos Srs. Oscar Werkhauser, José Lima e Bolívar Fontoura, Sociedade Filatélica Paulista, representada pelo Sr. Carlos Guaranha, Clube Caixeral Porto Alegrense, representado pelo Sr. Deoclécio Carvalho, jornais Neue Deutsch Zeitung e jornal da Manhã representados respectivamente pelos Srs. Carl Siegmund e Esperidião Esper, com fim de ser fundada a Sociedade Filatélica Riograndense. - O Sr.Dr. Benjamin Camozato propoz fosse o Sr. Carlos Guaranha designado para presidir a reuniçao o que foi aprovado por aclamação. Assumindo a presidência da reunião o Sr. Carlos Guaranha convidou para secretários os srs. Major Augusto Geisel e José Oliveira Louzada que aceitaram. - pediu a palavra o Dr. Benjamin Camozato, e, em brave locução, propoz preliminarmente fosse consignado em ata um voto de profundo pezar pelo prematuro desaparecimento de Roque Callage, grande filatelista e ardoroso batalhador pela fundação da Sociedade Filatélica Riograndense, Sendo arpovada unanimamente a proposta do Dr.Benjamin Camozato prestou a assembléia uma homenagem à memória de Roque Callage, conservando-se de pé, em silêncio, por um minuto. A seguir, tomando a palavra o Sr. presidente discorreu sobre o fim da reunião, que é o da fundação da Sociedade Filatélica Riograndense cujo objetivo principal será a difusão e o ensino da filatelia não deixando, no entanto, de proporcionar aos sócios as vantangens comuns as associações congêneres tais como as trocas de selos, leilões, exposições, etc. Ao finalizar, declarou o Sr. Presidente estar fundada a Sociedade Filatélica Riongrandense, concitando a todos pugnar pelo seu desenvolvimento. - A requerimento do Sr. Eurico Ribeiro é consignada em ata uma homenagem aos ardorosos filatelistas falecidos, srs. Arnaldo barbedo e Francisco Esteves Barbosa, organizadores da extinta União Filatélica Brasileira. - Posto em dicussão o assunto das mensalidades fizeram uso da palavra os srs. Affonso Vargas, Adolpho Aeckerle e Carlos Guaranha. Sendo, pelo Sr.Dr. Raul Bordini, apresentada a proposta de ser resolvido este assunto quando da discussão dos estatutos foi ela recusada contra os votos do proponente, Dr. Manoel Postiga e Srs. Eurico Ribeiro e José Oliveira Louzada. Cotinuando, pois, em discussão o assunto das mensalidades e tendo o Sr. Presidente, a requerimento do Sr, Paulo Beuster, declarado que a Sociedade necessita da quantia de um conto de reis aproximadamente pr mês a fim de atender as despesas com aluguel da sede, ordenado de um empregado para atender os sócios durante o dia e a noite e custeio da revista da Sociedade, foi pelo mesmo Sr. Beuster, proposto que a Sociedade recebesse donativos sendo imediatamente iniciada a respectiva lista, visto ter sido aquela proposta aceita por unanimidade. O Sr. Raul Bordini propoz fosse designada a seguinte comissão para a confecção dos Estatutos, Srs.Dr. Benjamin Camozato, Carlos Guaranha, Dr. Frederico Bordini, Jose de Oliveira Louzada, Adolpho Aeckerle, Carlos Reiniger e, como substituto deste último, no seu impedimento, o Dr. Paulo Fayet. Esta proposta foi aceita por unanimidade. Continuando ainda em discussão as mensalidades a serem cobradas de acordo com as categorias dos sócios, foi pelo Dr. Raul Bordiniapresentado o seguinte projeto: "Sócios fundadores: todos os presentes; Sócios fundadores solidários: todos os que contribuírem com 10$000 mensais durante 5 anos, sendo estes proprietários do patrimônio; Sócios efetivos, contribuindo com 5$000 mensais, com direito a ser votado para alguns cargos;contribuintes, sem direito a ser votados, com 2$500 mensais e Juniors,só para estudantes e menores de 18 anos, com 18$000 anuais". Esta proposta que foiassinada pelos Srs.Drs. Raul Bordini, Dr. Paulo Fayet, Walter Hecmann, Dr. Tercio Perrone, Dr. Fernando Barboza, Julio Goyer, Dr. Benjamin Camozato e Dr. Frederico Bordini, posta em discussão , foi aprovada por quase unanimidade. - Propondo o Sr. paulo Beuster a prorrogação, por três mêses, do prazo para a inscrição dos sócios fundadores, foi esta proposta aprovada. - Propondo o Sr.Dr. Raul Bordini que a Diretoria provisória da Sociedade ficasse constituída dos Srs. Carlos Guaranha, Jose Oliveira Louzada e Dr. Freederico Toledo Bordini, respectivamente, presidente, secretário e tesoureiro, foi a proposta aprovada por aclamação. - Tomou a palavra o Sr. Deoclecio Carvalho, digno Secretário do Clube Caixeral, que gentilmente ofereceu em nome da Diretoria daquele Clube, duas salas em sua sede para o funcionamento provisório da nossa Sociedade, oferecimento este que foi aceito e agradecido pelo Sr. Presidente. - A seguir tomou a palavra o Dr. Benjamin Camozato que saudou a Associação Filatélica Pelotense na pessoa de seus representantes tendo o Sr. Frederico Toledo Bordini feito suas as palavras do orador em relação a União Filatélica Porto Alegrense. - Por seus representates ditas Sociedades agradeceram a saudação fazendo diversos oferecimentos que foram, por sua vez, agradecidos pelo Sr. Presidente.
O Sr. Adolpho Aeckerle pediu que, desde já, a Sociedade Filatélica Riograndense providenciasse para o serviço de novidades do Brasil tendo o Sr. Presidente declarado que tomaria na devida consideração à solicitação.
Ninguém mais querendo fazer uso da palavra foi, pelo Sr. Presidente declarado que a próxima reunião seria anunciada pela imprensa e encerrada a sessão tendo eu, José de Oliveira Louzada, secretário provisório, lavrado a presenta ata que vai por todos assinados aos vinte e um dias do mês de junho de mil novecentos e trinta e um. (seguem-se as assinaturas).
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Relato do Incêndio:
Em 21 de junho de 1996, a Sociedade Filatélica Riograndense comemorou festivamente seus 65 anos de existência, lançou carimbo comemorativo, elegeu sua nova diretoria e tudo o mais que havia de direito. O que não se poderia esperar era a tragédia que espreitava-nos para breve. Passados cinco dias das comemorações, fomos surpreendidos pelo incêndio que irrompera no Edifício Cacique, onde está situada a nossa sede, no desenrolar da noite de 26 de junho. As primeiras notícias que chegavam eram alarmantes e ninguém podia se aproximar do local da tragédia, visto que ainda existiam focos de incêndio. Com o passar dos dias, já então mais calmos, pode-se avaliar a extensão dos danos e a possibilidade de recuperação da nossa sede. Com a permissão especial para chegar-se ao local, foi verificado pelo pessoal que lá procedeu que os danos físicos não foram de grande monta, pis o calor do fogo atingira mais as áreas das janelas, local onde não havia material filatélico. Os danos menores foram causados pelo calor e pela fuligem, ocasionando danos a cadeiras, ventiladores de teto, instalações elétricas, máquina de escrever, além da perda quase total do material que se encontrava nos quadros de venda dos sócios, localizado na parede do fundo da sala. Dos males o menor, o material histórico ficou a salvo.
Passado o susto inicial e por uma gentileza especial da ECT, que tão nobremente nos cedeu uma sala no prédio Antigo dos Correios, onde hoje está o Memorial dos Correios, para que esta servisse de sede provisória a Sociedade Filatélica Riograndense, não permitndo que a filatelia gaúcha interrompesse suas atividades.
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A História do Rio Grande Filatélico
A publicação de um órgão de divulgação é uma das atividades mais importantes de qualquer entidade. Tal órgão permite informar e integrar o corpo de associados e divulgar as atividades da entidade para o público interessado. No caso da Sociedade Filatélica Rio-Grandense (SFRG), o seu estatuto já define entre as suas finalidades:
i) cultivar o estudo da filatelia e numismática por todos os meios ao seu alcance;
ii) incentivar e fortalecer, fraternalmente, a amizade entre os filatelistas e numismatas; e
iii) publicar, a juízo da Diretoria, uma revista ou boletim, como órgão oficial da Sociedade, ou oficializar, como sua, qualquer revista que julgar conveniente.
Assim, atendendo a estes objetivos, poucos meses após a sua fundação, que ocorreu em 21 de junho de 1931, a SFRG já iniciou a publicação de seu órgão de divulgação oficial, o Rio Grande Filatélico.
O primeiro número do Rio Grande Filatélico foi publicado em setembro de 1931 e, até hoje, esta revista é o órgão de divulgação oficial da SFRG. A revista publica artigos relacionados à filatelia, à numismática ou a outras modalidades de colecionismo escritos por seus sócios ou por outros colecionadores. Além disso, ela divulga as atividades da própria sociedade e da comunidade filatélica e numismática nacional e internacional. Ao longo de seus quase 75 anos de história (a serem completados em setembro deste ano), o Rio Grande Filatélico chegou a ter a sua publicação interrompida em três ocasiões (entre julho de 1935 e 1973, entre 1978 e abril de 1995 e entre agosto de 1996 e dezembro de 1997) e passou por algumas reformulações em sua forma de apresentação. Podem, então, ser identificadas seis séries do Rio Grande Filatélico, cada uma delas com características editoriais distintas, embora o espírito e o conteúdo essencial da publicação tenham sido sempre mantidos. Estas seis séries e os números publicados que compuseram cada uma delas estão sumarizados na tabela apresentada na parte final deste artigo, juntamente com reproduções das diferentes capas que o Rio Grande Filatélico já teve. Aqui, procuraremos recuperar e atualizar um pouco da história da SFRG por trás destas seis séries de seu órgão de divulgação, com base em depoimentos de sócios que fizeram parte dela e em material publicado no próprio Rio Grande Filatélico.
A primeira série (1931 a 1935)
A partir de seu primeiro número, cujo lançamento ocorreu em 7 de setembro de 1931, o Rio Grande Filatélico teve a publicação de 14 edições, sendo a última delas referente a julho de 1935. Estes 14 números corresponderam, na realidade, a 13 edições, porque os números 11 e 12, referentes aos meses de abril a setembro de 1934, foram publicados como uma única revista.
No período de 1931 a 1935, a revista era de caráter trimestral, com cada quatro edições compondo um ano editorial. No seu primeiro número, houve menção ao propósito de “em breve” torná-la bimestral, o que nunca chegou a ocorrer. Cada número tinha uma tiragem de 3.000 exemplares, que eram impressos pela Typographia Thurmann, de Porto Alegre. O editor (chamado de diretor) da revista era Benjamin C. Camozato, vice-presidente da SFRG entre 1932 e 1933.
A primeira série do Rio Grande Filatélico teve dois tipos básicos de capas, com algumas variações, em detalhes, de cada um deles. O primeiro tipo, utilizado no número 1 e inicialmente considerado provisório, tinha o mapa do Rio Grande Sul colorido com três faixas diagonais nas cores da sua bandeira (verde, vermelho e amarelo). Apareciam também o selo de 5.000 réis da série ordinária do Brasil de 1906-1917 (nº 151 do catálogo RHM) e o selo de 2 pence das Ilhas Maurício de 1847 (nº 2 do catálogo Yvert & Tellier), além do símbolo do esperanto (uma estrela verde com a letra “E” maiúscula em branco no seu interior). Segundo o editorial do número 1 do Rio Grande Filatélico, estava também entre as finalidades da SFRG “…facilitar o estudo da tão sublime lingua universal, creada pelo genial sábio Dr. Zamenhof – o Esperanto” e, de fato, artigos e notícias sobre atividades relacionadas ao esperanto apareceram em todos os números da primeira série da revista. Cabe aqui mencionar que Benjamin Camozato era um dos grandes esperantistas do Brasil à época, tendo sido um dos introdutores do esperanto no Rio Grande do Sul.
No número 1 do Rio Grande Filatélico, foi anunciado um concurso para a ilustração da capa da revista, que deveria substituir a capa provisória, descrita acima. O anúncio do concurso (Figura 1) instituía uma premiação total equivalente a mais de 1.000$000 rs. (um conto de réis) em selos e definia que a ilustração deveria sintetizar os assuntos do programa da SFRG relativos à filatelia, à cartofilia, à numismática e ao esperanto.

Figura 1 – Anúncio do concurso para escolha da capa do Rio Grande Filatélico, publicada na página 14 do seu número 1.
Na capa do número 2 da revista já foi utilizada a ilustração vencedora do concurso. Ela incluía, além do logotipo da SFRG (um olho-de-boi sobre o mapa do Rio Grande do Sul, Figura 2), diversos outros elementos simbólicos, como selos, moedas, duas cornucópias (uma despejando moedas e outra, cartas), ramos de videira e café, meios de transporte (avião, zepelim, navio e trem), o brasão da República do Brasil e um logotipo do esperanto. O autor da capa e vencedor do concurso foi Álvaro Gonzaga, que era desenhista da Comissão de Fiscalização e Projetos da Prefeitura de Porto Alegre. Houve mais 5 concorrentes e, ao vencedor, coube o prêmio de 2.500 Frs. em selos.

Figura 2 – Logotipo da SFRG que apareceu na contracapa do número 1 do Rio Grande Filatélico e que foi incluído na capa nos números 2 e 3.
A capa desenhada por Álvaro Gonzaga foi utilizada apenas nos números 2 e 3 do Rio Grande Filatélico. Conforme nota publicada no número 4 da revista (Figura 3), por proposta do sócio Raul Bordini, aceita por unanimidade na Assembléia Geral da SFRG, voltou a ser utilizado primeiro tipo de capa, que foi mantido, com pequenas modificações, até o número 14.

Figura 3 – nota explicativa da substituição da capa da revista publicada na página 185 do número 4.
Na capa de tipo 1, novamente utilizada a partir do número 4 da revista, foram incorporados três elementos da capa de tipo 2: o avião (hidroplano), o brasão da República do Brasil e o logotipo circular do esperanto. Além disso, os selos que apareciam na capa do número 1 foram substituídos por um olho-de-boi de 30 réis com o carimbo do Correio Geral da Corte (o mesmo do logotipo da SFRG ilustrado na Figura 2).
Alguns outros detalhes interessantes constavam nas capas da primeira série do Rio Grande Filatélico. Nos dois tipos básicos de capa aparecia o lema (divisa) da SFRG: um por todos, todos por um. Havia também inscrições em francês, identificando a revista como órgão oficial da SFRG, dando o endereço da Sociedade ou solicitando a menção da revista em casos de transações, em função de sua circulação no exterior e do francês ser a língua oficial da União Postal Universal. A SFRG foi representante oficial da firma Yvert & Cie. (França) e isso também passou a aparecer na capa, a partir do número 8, conforme nota explicativa na contracapa da revista (Figura 4).

Figura 4 – Nota na contracapa do número 8 informando que a SFRG era representante autorizada da firma francesa Yvert & Cie.
Na sua primeira série, o Rio Grande Filatélico foi premiado em três exposições filatélicas e, à medida que isso foi acontecendo, menções correspondentes foram sendo incluídas nas capas de números subseqüentes às premiações. O Rio Grande Filatélico recebeu Medalha de Bronze na Exposição Filatélica Internacional de Viena (WIPA), realizada entre 24 de junho e 9 de julho de 1933, e isso passou a constar nas suas capas a partir do número 8. Em 1934, a revista recebeu Plaquettes de Bronze na 4a Exposição Filatélica Pelotense, realizada de 1º a 5 de agosto, e na Exposição Filatélica Nacional, patrocinada pelo Club Philatelico do Brasil e realizada de 8 a 16 de setembro no Rio de Janeiro. Menções a estas duas premiações foram acrescentadas nas capas do Rio Grande Filatélico a partir do número 11-12.
Também digna de nota na primeira série do Rio Grande Filatélico foi a publicação parcial do Catálogo Geral das Moedas do Brasil, de autoria de Walter Heckmann, sócio da SFRG. Este catálogo, dividido em três partes, referentes às moedas de ouro, às moedas de prata e às moedas de cobre e níquel, começou a ser publicado a partir do número 3. Com 4 a 12 páginas de cada edição dedicadas a ele, até o número 14 do Rio Grande Filatélico não chegou a ser concluída a sua segunda parte. Ficou então a publicação do catálogo inconclusa em função da interrupção da publicação da própria revista.
A segunda série (1973 a 1978)
A publicação do Rio Grande Filatélico, interrompida em julho de 1935, só foi retomada em 1973. Esta segunda série de publicação da revista manteve, segundo palavras da Diretoria da SFRG, “… os objetivos de divulgar os fatos relacionados ao dia-a-dia da filatelia e reunir em torno da nossa Sociedade os interessados no tema”. Sob a direção de Gaetano Peroni, redação a cargo de Ério Brazil Pellanda e gerência de Omar Andrade, foram publicados, até 1978, 6 números, com uma periodicidade praticamente anual.
Na segunda série, a contagem dos anos editoriais seguiu a partir daquela da série anterior, iniciando, portanto, no Ano V e terminando no Ano IX, com uma (1973, 1976, 1977 e 1978) ou duas (1974) edições por ano. Estas edições foram numeradas seqüencialmente a partir do número 15, considerando os 14 números publicados na primeira série. A segunda série do Rio Grande Filatélico foi composta e impressa pela Editora Emma, de Porto Alegre, e as capas das revistas eram em papel cuchê (240 g/m2) colorido e plastificado.
Em janeiro de 1979, foi publicado ainda um boletim (Figura 5), que pode ser considerado como parte da segunda série do Rio Grande Filatélico. Este boletim, com 8 páginas, tinha apenas um artigo, intitulado “Saldos da Lubrapex-78”, de autoria de Ério B. Pellanda, então presidente da SFRG. Neste artigo, Pellanda criticou duramente a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) e a Federação Brasileira de Filatelia (FEBRAF) por problemas na organização da LUBRAPEX 78. Segundo membros da SFRG da época, as idéias expressas no artigo representavam a posição pessoal do autor e não as da Sociedade e, em função dele, alguns sócios, como Hélio Pereira e Cícero Menezes de Morais, chegaram a ser chamados à ECT para esclarecimentos.

Figura 5 – Boletim de janeiro de 1979 do Rio Grande Filatélico, com artigo de Ério B. Pellanda sobre a LUBRAPEX 78.
Cláudio Schroeder, em artigo publicado no próprio Rio Grande Filatélico, em 2001, menciona registros da publicação de algumas circulares e comunicados pela SFRG entre 1978 (final da segunda série do Rio Grande Filatélico) e 1995 (início da terceira série). Infelizmente, não foram conservadas, na SFRG, cópias deste material, que, de qualquer maneira, não constituiria uma continuação da segunda série ou mesmo uma outra série da revista. Circulares, comunicados, informativos ou listas foram (e ainda o são) enviados com certa freqüência aos sócios da SFRG, por exemplo, para divulgação de leilões ou de atividades de confraternização, mas não fazem parte do órgão de divulgação oficial da sociedade.
A terceira série (1995 - 1996)
A publicação do Rio Grande filatélico só foi retomada em 1995, desta vez no formato de boletim. O Boletim do Rio Grande Filatélico foi, neste período, editado por Paulo Rudolfo Hamester e teve 10 números. Eles foram numerados seqüencialmente a cada ano, com os números de 1 a 8 em 1995 e os números 1 e 2 em 1996. Os boletins eram fotocopiados em papel sulfite (75 g/m²), com capas no mesmo papel. A publicação na forma de fotocópia foi mantida nas séries seguintes do Rio Grande Filatélico e permanece até hoje, como forma de reduzir os custos de impressão.
Os 8 primeiros números do boletim, publicados entre abril e outubro de 1995, continham listas de vendas sob ofertas de material numismático ( números 1-6 e 8 ) ou filatélico (número 7). Também eram publicados no boletim os resultados finais de vendas sob ofertas anteriores. Conforme o editorial do número 1, de março de 1996, a partir daquele número o boletim não estaria mais vinculado às vendas sob oferta promovidas pela SFRG e passaria a trazer um número maior de artigos sobre filatelia e numismática. Ele também passaria a ser trimestral, mas, em virtude do incêndio que ocorreu em 26 de junho de 1996 no Edifício Cacique, que abrigava (e abriga até hoje) a sede da SFRG, a edição de número 2 daquele ano acabou sendo publicada apenas em agosto. Esta edição do boletim registrou as primeiras iniciativas e campanhas pós-sinistro visando à recuperação da sede da Sociedade. Além disso, ela foi alusiva ao 65º aniversário da SFRG, tendo em sua capa a ilustração do carimbo comemorativo deste evento, utilizado pela ECT na semana de 21 a 25 de junho de 1996 (ver capa de tipo 15, na seção final deste artigo). Depois do seu número 2 de 1996, a publicação do boletim foi interrompida até dezembro de 1997, quando iniciou a quarta série do Rio Grande Filatélico.
A quarta série (1997 - 2002)
A publicação do Boletim do Rio Grande Filatélico foi retomada em dezembro de 1997 e esta série, a quarta, prosseguiu até 2002, com a publicação de 14 números. Os boletins eram publicados três vezes por ano, em março, junho e setembro, ficando o mês de dezembro reservado à publicação do Rio Grande Filatélico na sua forma de revista (ver “A quinta série”, abaixo).
Na quarta série, foram utilizados simultaneamente dois sistemas de numeração. Um deles seguia o sistema utilizado na série anterior, interrompida no seu Ano II. Assim, esta numeração partiu do Ano III e prosseguiu até o Ano VIII, com cada ano tendo suas edições numeradas de 1 a 3. O segundo sistema de numeração era seqüencial e partia dos 9 números publicados na terceira série. Por isso, o boletim publicado em dezembro de 1997 recebeu o número 10, que também consta na sua capa, juntamente com a numeração do outro sistema (Ano III, nº 1). O número seguinte do boletim (Ano IV, nº 1) deveria ser o de nº 11, mas recebeu erroneamente o número 12. A partir daí, a numeração prosseguiu normalmente até o número 24.
Os dois primeiros números da quarta série do Boletim do Rio Grande Filatélico tiveram como editores Antônio Paulo Ribeiro e Jaime Kahan. A partir do número 13 (Ano IV, nº 2), Jaime Kahan passou a ser o único editor do boletim e, desde então, vem sendo o responsável pelo trabalho de edição do Rio Grande Filatélico em todas as suas séries subseqüentes.
O Boletim do Rio Grande Filatélico na sua quarta série era fotocopiado em papel sulfite (75 g/m²), com capa no mesmo papel até março de 2003 (nº 23 ou Ano VIII, nº 1). O seu último número (nº 24 ou Ano VIII, nº 2) já teve a capa impressa em papel color-set (120 g/m²) de cor amarelo-ouro, que já vinha sendo usado na capa da revista.
A quinta série (1998 - 2001)
Entre 1998 e 2001, o Rio Grande Filatélico, no seu formato de revista, teve publicação anual, sempre no mês de dezembro, intercalada com os três números anuais (de março, junho e setembro) do boletim (ver “A quarta série”, acima). Em seus quatro números, foi definido o formato que a revista tem até hoje, fotocopiada em papel sulfite (75 g/m²), com capa em papel color-set (120 g/m²) de cor amarelo-ouro.
A numeração da quinta série do Rio Grande Filatélico seguiu a da primeira (números 1 a 14) e a da segunda (números 17 a 20) séries. Ela começou, portanto, a partir do número 21 e prosseguiu até o número 24.
A sexta série (2002 até o presente)
Como o tipo e o volume de conteúdo no boletim e na revista anual tornaram-se praticamente idênticos, foi feita a unificação das duas séries (a quarta e a quinta) publicadas em paralelo entre 1998 e 2002 (boletim e revista anual, respectivamente) no formato original de revista. Isso foi feito em setembro de 2002, com a numeração da revista unificada seguindo aquela da sua série anterior (a quinta).
A revista tem hoje periodicidade trimestral e seu editor continua sendo Jaime Kahan. A sua tiragem é de 250 exemplares, que são distribuídos gratuitamente aos sócios da SFRG e a outras entidades filatélicas. Nesta série, o Rio Grande Filatélico participou de duas exposições, recebendo Medalha de Prata Grande na SULBRAPEX 2003 – V Exposição Filatélica Sul-Brasileira, realizada em Porto Alegre, e Medalha de Prata na Classe de Literatura – Seção D da I Exposição Filatélica Nacional Vila Rica 2005, realizada em Ouro Preto.
Em relação às capas, vem sendo mantido nesta série o mesmo layout que começou a ser utilizado ainda na quinta série do Rio Grande Filatélico. Como modificações mais notáveis pode-se salientar a utilização de reproduções de olhos-de-boi com diferentes carimbos a partir do número 36, de março de 2005. Isso representou a substituição do tradicional olho-de-boi de 30 réis por um de 60 réis no logotipo da SFRG. A partir, do número 38, de setembro de 2005, foi incluído também na capa o desenho do carimbo que aparece sobre o olho-de-boi nela ilustrado. Esta última modificação coincidiu com o início do “Catálogo Ilustrado dos Carimbos dos Olhos-de-Boi”, obra em seis partes, cuja publicação na revista deverá ser concluída até o início de 2007.
Na sexta série do Rio Grande Filatélico foram publicadas duas edições especiais (mas seguindo a numeração corrente) em colaboração com a Secretaria Regional do Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O número 34 da revista, publicado em outubro de 2004, foi alusivo à Primeira Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e incluiu artigos filatélicos e numismáticos relacionados ao tema. Com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e das Secretarias Regionais da SBPC, esta edição da revista teve distribuição nacional. A sua tiragem inicial foi de 1000 exemplares e, mais tarde, em uma segunda tiragem, foram impressos outros 1000.
Em outubro de 2005, por ocasião da Segunda Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, foi publicada outra edição especial do Rio Grande Filatélico, desta vez reunindo artigos filatélicos e numismáticos sobre a água, tema do evento. Esta edição da revista teve impressão em offset e a cores, patrocinada pela SBPC. A tiragem foi de 5000 exemplares, que foram também distribuídos nacionalmente, a partir de todas as Secretarias Regionais da SBPC.
Também em colaboração com a SBPC, foi produzida pela SFRG uma edição especial do Rio Grande Filatélico comemorativa ao centenário do vôo do 14-bis de Santos Dumont, incluindo artigos sobre o tema que foram ilustrados com peças filatélicas, cartões postais, medalhas e moedas. A publicação desta edição especial, que também deverá ser impressa em offset e a cores, está prevista para outubro de 2006.
- Veja Aqui o Resumo de todas as edições do Rio Grande Filatélico, de 1931 a março de 2006 >>
- Veja Aqui todas as capas que a Revista utilizou entre 1931 e 2006 >>
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LISTA DOS SÓCIOS EM 21.06.1931
Solidários:
01 - Carlos Guaranha
02 - Benjamin Camozato
03 - Frederico C. Toledo Bordini
04 - Paulo Fayet
05 - Raul Porto Ozório Bordini
06 - Adolpho Aeckerle
07 - Augusto Geisel (Bento Gonçalves)
08 - José Oliveira Louzada
09 - Álvaro Leal (Santa Maria)
10 - João Bonumá (Santa Maria)
11 - José Fernandes Barboza
12 - Tercio Perrone
13 - Manoel F. Postiga
14 - Walter Castilho
15 - Paulo M. Beuster
16 - Adolpho Leite Nunes (Pelotas)
17 - Antônio Echenique Leite (Pelotas)
18 - Clávis Leite (Pelotas)
19 - Jorge Chalita (Pelotas)
20 - Bento Frederico Mentz
21 - Egon Bercht
22 - Júlio Goyer
23 - Aneron Alves
24 - Carlos Reiniger
25 - Manoel de Oliveira Bandeira (Bento Gonçalves)
26 - Teodhoro Schapke
27 - João Henrique Paust
28 - Germano Lang (São Leopoldo)
29 - Fernando Brochado de Oliveira
30 - Jospe Ferreira da Silva
31 - João Carlos Dreher Sobrinho
32 - Golfredo Curman
33 - Ney Cabral
34 - Carlos de Moraes Velhino
35 - Oriovaldo Krug
36 - Edgar Gustavo Eifler
37 - Carlos Carrion
38 - Augusto Ribas (Santa Maria)
39 - Alberto Torres (Santa Cruz)
40 - Walter A. Petersen
41 - Evaristo Dias de Castro
42 - Gilberto Ferreira de Moraes
43 - Arthur C. Ferros
Efetivos:
101 - Gomercindo Barcelos
102 - Ruben Martin Berta
103 - Sanchez e Cia (São Paulo)
104 - Walter Pedro Heckmann
105 - João Protásio Pereira da Costa
106 - Mario Albuquerque Bello
107 - Álvaro Chalar Romeu
108 - Romano Tofoli Culau
109 - Telêmaco Estivallet Pires
110 -Affonso Vargas
111 -Arthur Buchmann (Estrela)
112 - José Alexandre Alcaraz
113 - Willy Schnarndorf
114 - Franz Gustav Steinkraft
115 - Armando Alvares Teixeira
116 - J. Costa & Filhos (Rio de Janeiro)
117 - Estevão Batory (Santa Cruz)
118 - Nicolau Batory (Santa Cruz)
119 - Edgar Marques Guimarães
120 - Viterbo de Carvalho
121 - Gerhard Schmeling
122 - Erich Bail
123 - Mario de Souza Gomes
124 - Mario Fausto Peixoto de Araújo (Pelotas)
125 - Custodio V. da Cunha
126 - Alfredo Becker
Contribuites:
201 -Gilberto Lahorgue
202 -Jose Adolpho Cracco
203 -Hans D. Schmeling
204 -Eurico Seixas Ribeiro
205 -Alcibíades Campos Porcello
206 -João Foernges
207 -Danilo Bernardi
208 -Joaquim P. Birnfeld
209 -Innoncencio de Oliveira Alves
210 -Armino A Volkart (Taquara)
211 -Acelio Contino (Alegrete)
212 -Roberto Walter Sperb
213 -Ademaro Teixeira
214 -Radamés Genta
215 -Alessio Cuman
216 -Arthur Moura de Carvalho
217 - Jose Luiz Bordini Flores
218 - Homero Job
219 - Ruy Vargas
220 - Albino Mussnich (Estrela)
221 -Rodolfo Avellenal
222 - D. Cenira V. Vasconcelos (Cacequi)
223 - Paulo Guilherme Richter
224 - Jorge Washington Martins
225 - Lycerio Barcellos (Estrela)
226 - Walter Henry Brook
227 - Jehovah Cavalheiro
228 - Jose Cavalheiro Leita
229 - Simão Heins furter (Rio de Janeiro)
230 - Arioto Borges Fortes (Santa Maria)
231 - Guilherme Centeno Hermann (Rio de Janeiro)
232 - Fernando Roma
233 - Waldemar Julius
234 - Ruy Rodrigo Azambuja
235 - Nestor Zanini
236 - Emilio Laitano
237 - Sady B. Hofmeister
238 - Jose Carlos Parreira Filho
239 - Anthero Duarte (Cachoeira)
Juniors:
401 -Roberto Torelly
402 -Julio Marino Carvalho
403 -Francisco Rodrigues Yllana
404 -Carlos Teodoro Foernges
405 -Geraldo Mocker
406 -Herbert Mittelstaedt
407 -Wilson D. Soares (Rio de Janeiro)
408 -Guilherme Kern (Estrela)
409 -Enio Candiota de Campos
410 -Pedro Paulo Maineri (São Leopoldo)
Universal:
301 -Casa Pardo (Buenos Aires)
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2) participação nos Leilões Filatélicos Mensais;
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4) acesso a biblioteca e acervo para estudos de assuntos filatélicos;
(*) para se tornar um associado além de ter a proposta aprovada o candidato deve realizar o pagamento da Anuidade da Sociedade Fiçatélica Riograndense. O valor de anuidade para 2010 é de R$ 80,00.
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Diretores:
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LUIZ PAULO RODRIGUES CUNHA Presidente |
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ARTHUR FEIJÓ COITINHO Vice-presidente |
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HENRIQUE BUNSELMEYER FERRERIA 1° Secretário |
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ALDEMIR ALMEIDA DAUNIS 2° Secretário |
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HÉLIO PEREIRA 1° Tesoureiro |
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LUIZ OSÓRIO MENEZES DE MORAES 2° Tesoureiro |
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ANTONIO PAULO RIBEIRO Bibliotecário |
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SÍLVIO EGÍNIO LINDEMAYER LINN Integrante do Conselho Fiscal |
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JAIME KAHAN Integrante do Conselho Fiscal |
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NOELY LUIZ ORSATO Integrante do Conselho Fiscal |
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JOSÉ ALBERTO JUNGES Integrante do Conselho Fiscal (Suplente) |
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MARCELO BIDART DA SILVA Integrante do Conselho Fiscal (Suplente) |
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PAULO RICARDO RAMOS DA COSTA Integrante do Conselho Fiscal (Suplente) |
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